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Informamos à comunidade acadêmicas e pesquisadores que a Revista Gestão em Análise - ReGeA está aberta para a submissão de novos artigos, ensaios e estudos de casos. O processo de submissão é contínuo, bem como é continuo também o fluxo de publicação, sendo agrupado em três números por ano.

  • PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)

    2025-12-24

    PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)

    DOI: https://doi.org/10.12662/2359-618xregea.v14i3.p5-8.2025

    A transição promovida pela CAPES para o ciclo avaliativo 2025–2028 estabelece um marco decisivo na forma como a produção científica brasileira passa a ser compreendida, avaliada e posicionada no ecossistema acadêmico. Ao deslocar o foco do periódico para o artigo individual, inaugura-se um paradigma que exige dos periódicos emergentes, como a Revista Gestão em Análise e Tecnologias (ReGeA), não apenas adaptação técnica, mas também reposicionamento estratégico. Essa mudança produz impacto imediato: ao desvincular-se do Qualis tradicional como eixo central de referência, fortalece-se o protagonismo da qualidade intrínseca de cada artigo como critério fundamental de avaliação, impacto e circulação do conhecimento.

    Para periódicos que ainda não dispõem de elevada citabilidade ou forte indexação internacional, o novo modelo impõe desafios expressivos. A competição por manuscritos de alto nível tende a intensificar-se, o que torna indispensáveis o rigor editorial, a solidez metodológica e a clareza do escopo. Esses elementos são fundamentais para romper o ciclo de estagnação editorial — caracterizado por baixa citabilidade, retração de submissões qualificadas, ingresso de manuscritos frágeis e consequente baixo impacto (CAPES, 2025).

    A integridade científica deve ser compreendida como um bem público sustentado por responsabilidade coletiva, o que ultrapassa a dimensão da conduta individual do pesquisador. Conforme argumentam Tsui e McKiernan (2022) e Bouter (2024), a integridade se materializa na construção de ambientes editoriais e institucionais capazes de assegurar, de forma articulada, a liberdade científica com responsabilidade, transparência nos processos de avaliação e publicação, a abertura à diversidade epistemológica e o compromisso efetivo com o interesse público. É importante perceber que esses argumentos se alinham diretamente com as diretrizes do sistema avaliativo CAPES 2025–2028, ao reconhecerem que a credibilidade do conhecimento científico depende das condições institucionais que sustentam sua produção e disseminação.

    É nesse horizonte de transformações que a ReGeA tem avançado. Em 2025, diante do crescente protagonismo das áreas tecnológicas no desenvolvimento social, produtivo e organizacional, o Comitê de Políticas Editoriais reafirmou seu compromisso com a excelência e com a integridade na comunicação científica ao ampliar o escopo da revista para contemplar pesquisas das ciências e tecnologias. A revista passou a acolher estudos sobre inovação, sistemas de informação, engenharia aplicada, tecnologias digitais, soluções inteligentes e sustentabilidade tecnológica, entre outras temáticas emergentes diretamente relacionadas aos desafios contemporâneos. Essa evolução marcou a transição de um periódico centrado exclusivamente em gestão para um modelo integrado que abrange contribuições da gestão e das tecnologias, culminando na adoção do nome Revista Gestão em Análise e Tecnologias (ReGeA).

    Em 2026, o periódico adotará o fluxo contínuo para submissão e a publicação de artigos, ensaios e casos de ensino e continuará preservando o acesso aberto e a isenção completa de taxas de submissão, processamento e publicação. Essa política reafirma o compromisso da ReGeA com a democratização do conhecimento científico e com a eliminação de barreiras que limitam o acesso e a disseminação da produção acadêmica, alinhando-se à concepção de que a ciência deve servir ao interesse público. Por fim, desejamos uma excelente leitura e pesquisa aos nossos leitores.

    Autores:  Arnaldo Coelho; Laodicéia Weersma

    * EDITOR-CHEFE: Arnaldo Coelho, Universidade de Coimbra

    https://orcid.org/0000-0003-4345-1349

    ** EDITORA EXECUTIVA: Laodicéia Weersma, Unichristus

    https://orcid.org/0000-0003-4202-3369

    Revista Gestão em Análise e Tecnologias – ReGeA

    DOI: https://doi.org/10.12662/2359-618xregea.v14i3.p5-8.2025

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  • PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)

    2025-12-24

    PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)

    DOI: https://doi.org/10.12662/2359-618xregea.v14i3.p5-8.2025

    A transição promovida pela CAPES para o ciclo avaliativo 2025–2028 estabelece um marco decisivo na forma como a produção científica brasileira passa a ser compreendida, avaliada e posicionada no ecossistema acadêmico. Ao deslocar o foco do periódico para o artigo individual, inaugura-se um paradigma que exige dos periódicos emergentes, como a Revista Gestão em Análise e Tecnologias (ReGeA), não apenas adaptação técnica, mas também reposicionamento estratégico. Essa mudança produz impacto imediato: ao desvincular-se do Qualis tradicional como eixo central de referência, fortalece-se o protagonismo da qualidade intrínseca de cada artigo como critério fundamental de avaliação, impacto e circulação do conhecimento.

    Para periódicos que ainda não dispõem de elevada citabilidade ou forte indexação internacional, o novo modelo impõe desafios expressivos. A competição por manuscritos de alto nível tende a intensificar-se, o que torna indispensáveis o rigor editorial, a solidez metodológica e a clareza do escopo. Esses elementos são fundamentais para romper o ciclo de estagnação editorial — caracterizado por baixa citabilidade, retração de submissões qualificadas, ingresso de manuscritos frágeis e consequente baixo impacto (CAPES, 2025).

    A integridade científica deve ser compreendida como um bem público sustentado por responsabilidade coletiva, o que ultrapassa a dimensão da conduta individual do pesquisador. Conforme argumentam Tsui e McKiernan (2022) e Bouter (2024), a integridade se materializa na construção de ambientes editoriais e institucionais capazes de assegurar, de forma articulada, a liberdade científica com responsabilidade, transparência nos processos de avaliação e publicação, a abertura à diversidade epistemológica e o compromisso efetivo com o interesse público. É importante perceber que esses argumentos se alinham diretamente com as diretrizes do sistema avaliativo CAPES 2025–2028, ao reconhecerem que a credibilidade do conhecimento científico depende das condições institucionais que sustentam sua produção e disseminação.

    É nesse horizonte de transformações que a ReGeA tem avançado. Em 2025, diante do crescente protagonismo das áreas tecnológicas no desenvolvimento social, produtivo e organizacional, o Comitê de Políticas Editoriais reafirmou seu compromisso com a excelência e com a integridade na comunicação científica ao ampliar o escopo da revista para contemplar pesquisas das ciências e tecnologias. A revista passou a acolher estudos sobre inovação, sistemas de informação, engenharia aplicada, tecnologias digitais, soluções inteligentes e sustentabilidade tecnológica, entre outras temáticas emergentes diretamente relacionadas aos desafios contemporâneos. Essa evolução marcou a transição de um periódico centrado exclusivamente em gestão para um modelo integrado que abrange contribuições da gestão e das tecnologias, culminando na adoção do nome Revista Gestão em Análise e Tecnologias (ReGeA).

    Em 2026, o periódico adotará o fluxo contínuo para submissão e a publicação de artigos, ensaios e casos de ensino e continuará preservando o acesso aberto e a isenção completa de taxas de submissão, processamento e publicação. Essa política reafirma o compromisso da ReGeA com a democratização do conhecimento científico e com a eliminação de barreiras que limitam o acesso e a disseminação da produção acadêmica, alinhando-se à concepção de que a ciência deve servir ao interesse público. Por fim, desejamos uma excelente leitura e pesquisa aos nossos leitores.

    Autores:  Arnaldo Coelho; Laodicéia Weersma

    * EDITOR-CHEFE: Arnaldo Coelho, Universidade de Coimbra

    https://orcid.org/0000-0003-4345-1349

    ** EDITORA EXECUTIVA: Laodicéia Weersma, Unichristus

    https://orcid.org/0000-0003-4202-3369

    Revista Gestão em Análise e Tecnologias – ReGeA

    DOI: https://doi.org/10.12662/2359-618xregea.v14i3.p5-8.2025

    Saiba mais sobre PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)
  • PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)

    2025-12-24

    PERIÓDICOS EMERGENTES NO CONTEXTO DE RUPTURA DO CICLO DA ESTAGNAÇÃO EDITORIAL: INTEGRIDADE CIENTÍFICA COMO EIXO DE ANÁLISE (Editorial – ReGeA 2025|3)

    DOI: https://doi.org/10.12662/2359-618xregea.v14i3.p5-8.2025

    A transição promovida pela CAPES para o ciclo avaliativo 2025–2028 estabelece um marco decisivo na forma como a produção científica brasileira passa a ser compreendida, avaliada e posicionada no ecossistema acadêmico. Ao deslocar o foco do periódico para o artigo individual, inaugura-se um paradigma que exige dos periódicos emergentes, como a Revista Gestão em Análise e Tecnologias (ReGeA), não apenas adaptação técnica, mas também reposicionamento estratégico. Essa mudança produz impacto imediato: ao desvincular-se do Qualis tradicional como eixo central de referência, fortalece-se o protagonismo da qualidade intrínseca de cada artigo como critério fundamental de avaliação, impacto e circulação do conhecimento.

    Para periódicos que ainda não dispõem de elevada citabilidade ou forte indexação internacional, o novo modelo impõe desafios expressivos. A competição por manuscritos de alto nível tende a intensificar-se, o que torna indispensáveis o rigor editorial, a solidez metodológica e a clareza do escopo. Esses elementos são fundamentais para romper o ciclo de estagnação editorial — caracterizado por baixa citabilidade, retração de submissões qualificadas, ingresso de manuscritos frágeis e consequente baixo impacto (CAPES, 2025).

    A integridade científica deve ser compreendida como um bem público sustentado por responsabilidade coletiva, o que ultrapassa a dimensão da conduta individual do pesquisador. Conforme argumentam Tsui e McKiernan (2022) e Bouter (2024), a integridade se materializa na construção de ambientes editoriais e institucionais capazes de assegurar, de forma articulada, a liberdade científica com responsabilidade, transparência nos processos de avaliação e publicação, a abertura à diversidade epistemológica e o compromisso efetivo com o interesse público. É importante perceber que esses argumentos se alinham diretamente com as diretrizes do sistema avaliativo CAPES 2025–2028, ao reconhecerem que a credibilidade do conhecimento científico depende das condições institucionais que sustentam sua produção e disseminação.

    É nesse horizonte de transformações que a ReGeA tem avançado. Em 2025, diante do crescente protagonismo das áreas tecnológicas no desenvolvimento social, produtivo e organizacional, o Comitê de Políticas Editoriais reafirmou seu compromisso com a excelência e com a integridade na comunicação científica ao ampliar o escopo da revista para contemplar pesquisas das ciências e tecnologias. A revista passou a acolher estudos sobre inovação, sistemas de informação, engenharia aplicada, tecnologias digitais, soluções inteligentes e sustentabilidade tecnológica, entre outras temáticas emergentes diretamente relacionadas aos desafios contemporâneos. Essa evolução marcou a transição de um periódico centrado exclusivamente em gestão para um modelo integrado que abrange contribuições da gestão e das tecnologias, culminando na adoção do nome Revista Gestão em Análise e Tecnologias (ReGeA).

    Em 2026, o periódico adotará o fluxo contínuo para submissão e a publicação de artigos, ensaios e casos de ensino e continuará preservando o acesso aberto e a isenção completa de taxas de submissão, processamento e publicação. Essa política reafirma o compromisso da ReGeA com a democratização do conhecimento científico e com a eliminação de barreiras que limitam o acesso e a disseminação da produção acadêmica, alinhando-se à concepção de que a ciência deve servir ao interesse público. Por fim, desejamos uma excelente leitura e pesquisa aos nossos leitores.

    Autores:  Arnaldo Coelho; Laodicéia Weersma

    * EDITOR-CHEFE: Arnaldo Coelho, Universidade de Coimbra

    https://orcid.org/0000-0003-4345-1349

    ** EDITORA EXECUTIVA: Laodicéia Weersma, Unichristus

    https://orcid.org/0000-0003-4202-3369

    Revista Gestão em Análise e Tecnologias – ReGeA

    DOI: https://doi.org/10.12662/2359-618xregea.v14i3.p5-8.2025

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  • Journal of Management Analysis and Technologies - ReGeA - CALL FOR PAPERS 2025

    2025-03-11

    The Journal of Management Analysis and Technologies (ReGeA) invites you, professors and researchers, to submit your research (articles, essays and case studies).

    This call for papers is directly related to NEW TECHNOLOGIES of information management, digital transformation and topics related to product engineering with a focus on industrial operations, logistics, supply chains, and sustainability.

    Submit Now: https://periodicos.unichristus.edu.br/gestao/about/submissions

    Deadline: 30.10. 2025

    Saiba mais sobre Journal of Management Analysis and Technologies - ReGeA - CALL FOR PAPERS 2025
  • CAPES adotará nova sistemática para classificação de artigos na avaliação quadrienal a partir 2025

    2024-11-01

    CAPES adotará nova sistemática para classificação de artigos na avaliação quadrienal a partir 2025

    O Conselho Técnico Científico da Educação Superior (CTC-ES) da CAPES aprovou uma nova sistemática para uma das dimensões da avaliação quadrienal da pós-graduação stricto sensu: a classificação da produção intelectual. O processo avaliativo passará a focar na classificação dos artigos publicados e não mais no periódico onde o texto foi divulgado. A mudança será aplicada no ciclo 2025 a 2028.

    Foram definidos três procedimentos para a classificação dos artigos.

    Primeiro - a classificação se dará pelos indicadores bibliométricos dos veículos de publicação, baseada no desempenho da revista, como é feito atualmente pelo Qualis Periódicos, mas a classificação vai recair sobre artigos.
    Segundo - os indicadores serão extraídos diretamente do artigo, através, por exemplo, do índice de citações alcançadas para a análise quantitativa e dos critérios de indexação e acesso aberto, dentre outros, para averiguar aspectos qualitativos.
    Terceiro - a análise qualitativa de artigos é baseada em fatores e metodologias definidos pela área de avaliação que podem abarcar, por exemplo, uma análise de pertinência do tema abordado, avanço conceitual proveniente do trabalho e a contribuição científica do estudo. 

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

    (Brasília – Redação CGCOM/CAPES) – 31.10.2024

    Ps. A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES

    Fonte: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-adotara-classificacao-de-artigos-na-avaliacao-quadrienal. Acesso em 01.11.2024

    Em Pauta: Revista Gestão em Análise – ReGeA

    https://periodicos.unichristus.edu.br/gestao

     

     

     

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  • Ampliação do ESCOPO da Revista Gestão em Análise - ReGeA

    2024-10-08

    Ao considerar os novos cenários da pesquisa científica e as demandas de mercado, o Comitê de Políticas Editoriais do Journal of Management Analysis and Technologies (Revista Gestão em Análise - ReGeA) tona público a ampliação do escopo do periódico, a saber:

    O escopo do periódico compreende diversos domínios do conhecimento nas áreas da gestão, tecnologias e inovação em instituições públicas e privadas, notadamente: gestão empreendedora e estratégica, gestão financeira e contábil alinhadas à governança corporativa, gestão da informação, desenvolvimento de sistemas e transformação digital, engenharia da produção com ênfase em operações industriais, logística, cadeias de suprimento e sustentabilidade.

    Saiba mais sobre Ampliação do ESCOPO da Revista Gestão em Análise - ReGeA