Perfil clínico e epidemiológico da insuficiência cardíaca em um hospital no oeste baiano
DOI:
https://doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v14i1.5966.pe5966.2026Palavras-chave:
saúde pública, epidemiologia, doenças cardiovasculares, insuficiência cardíacaResumo
Objetivo: descrever o perfil clínico e epidemiológico da Insuficiência Cardíaca (IC) em um hospital na região oeste da Bahia, entre 2021 e 2022. Método: trata-se de um estudo descritivo realizado em um hospital de atenção secundária em Barreiras, BA, a partir da análise de prontuários de pacientes adultos internados com diagnóstico confirmado de IC. Foram analisados a idade, o sexo, as comorbidades associadas, o tempo de internação e os desfechos clínicos. Foram calculadas frequências absolutas e relativas. Resultados: a prevalência de IC foi de 5,3% em 2021 e 7,6% em 2022. A média de idade foi de 66 anos, e 50,4% dos pacientes eram homens. A hipertensão arterial foi a comorbidade mais frequente (57,5%), seguida por doença arterial crônica (38%) e diabetes mellitus (12,4%). O tempo médio de internação foi de 10 dias. Quanto ao desfecho clínico, 14,2% evoluíram a óbito e 14,2% foram transferidos para unidades de maior complexidade. Conclusão: a frequência de IC aumentou entre os anos estudados. A alta frequência de comorbidades e a alta taxa de letalidade reforçam a gravidade e a complexidade da IC, destacando a necessidade de aprimorar o manejo clínico e as estratégias de prevenção dos fatores de risco associados a essa doença, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade.
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