Aptidão física e indicadores de saúde de servidores da educação básica, técnica e tecnológica
DOI:
https://doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v13i1.5633.p1-8.2025Palavras-chave:
aptidão física, VO2 máximo, saúde, composição corporalResumo
Objetivo: analisar indicadores de saúde e aptidão física de servidores de uma instituição federal de educação, ciência e tecnologia em Brasília. Métodos: a amostra foi composta por 29 servidores, sendo 16 homens (38,1 ± 7,9 anos; 80,7 ± 12,5 kg) e 13 mulheres (40,1 ± 7,0 anos; 64,0 ± 8,2 kg). Foram avaliados índice de massa corporal (IMC), pressão arterial sistólica e diastólica (PAS e PAD), força de preensão manual (FPM), flexibilidade, VO2 máximo e composição corporal. A análise utilizou estatística descritiva e correlacional, comparando indicadores com valores de referência por sexo e média de idade. Resultados: os resultados obtidos para homens e mulheres, respectivamente, foram: IMC: 26,8±3,8 e 24,2±2,3 (P=0,04); FPM: 45,8±9,3 e 31,2±6,0 (P<0,001); flexibilidade: 22,6±9,7 e 30,7±5,4 (P=0,01); VO2 máximo: 33,1±4,9 e 30,4±3,8 (P=0,12); percentual de gordura: 25,6±6,5 e 36,4±5,8 (P<0,001); percentual de massa muscular: 35,3±3,4 e 26,3±2,9 (P<0,001). Observou-se correlação positiva entre VO2 máximo e percentual de massa muscular (r=0,49; P=0,007) e negativa com percentual de gordura (r=-0,49; P=0,008). Conclusão: os valores de VO2 máximo e percentual de gordura foram classificados como ruins, enquanto o IMC dos homens indicou sobrepeso. Esses achados ressaltam a necessidade de ações voltadas à melhoria da aptidão física e dos indicadores de saúde dos servidores.
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