O PAPEL DA CENOGRAFIA NA QUALIFICAÇÃO DA EXPERIÊNCIA EM ESPAÇOS COMERCIAIS
DOI:
https://doi.org/10.12662/1809-5771ri.130.6299.p122-124.2026Palavras-chave:
Visual merchandising, Neuroarquitetura, Arquitetura comercial, Psicologia ambiental, Experiência do consumidorResumo
A crescente valorização da experiência no varejo físico tem impulsionado a criação de ambientes comerciais que extrapolam a função de venda, incorporando estratégias cenográficas e sensoriais voltadas ao engajamento emocional do consumidor. Nesse contexto, os chamados espaços experiencais ou cenográficos, frequentemente associados ao termo “instagramáveis”, assumem papel central na construção de narrativas espaciais, na permanência do público e na mediação entre ambiente físico e comunicação digital. Este artigo tem como objetivo analisar como os espaços cenográficos e experienciais no varejo são discutidos e compreendidos à luz da neuroarquitetura e da psicologia ambiental. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, fundamentada em publicações nacionais e internacionais. Os resultados indicam que a cenografia comercial, quando integrada a princípios neuroambientais, favorece experiências mais envolventes, memoráveis e afetivamente significativas, contribuindo para o fortalecimento do vínculo entre consumidor, espaço e marca. Conclui-se que os espaços cenográficos representam uma estratégia relevante para a ressignificação do varejo físico no cenário contemporâneo.
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