O RESTAURO DE BENS DE VALOR CULTURAL E A ERGONOMIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12662/1809-5771ri.130.6264.p131-133.2026

Palavras-chave:

Restauração, Conservação, Preservação, Saúde, Segurança do trabalho

Resumo

A restauração de pinturas e esculturas exige atenção contínua, precisão e permanência prolongada em posturas que podem comprometer a saúde física do restaurador. Considerando que esses profissionais frequentemente adotam posições inadequadas e trabalham em condições pouco ergonômicas, este estudo buscou investigar as posturas laborais no contexto da conservação e restauro. A pesquisa combinou observação prática e revisão bibliográfica, analisando atividades realizadas por profissionais e estudantes, além do tratamento de duas obras: uma escultura sacra policromada e uma pintura a óleo com danos no suporte. Os resultados confirmam riscos como dores musculares, fadiga, problemas circulatórios e ausência de procedimentos operacionais padronizados. Também se identificou a falta de mobiliário e equipamentos específicos que favoreçam a ergonomia na prática do restauro. Conclui-se que há necessidade de desenvolvimento de padrões operacionais, diretrizes ergonômicas e equipamentos adequados que garantam segurança, saúde e eficiência ao trabalho do restaurador.

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Biografia do Autor

João Gabriel Martins da Silva, Universidade Christus

GRADUANDO EM ARQUITETURA E URBANISMO

Clélia Maria Coutinho Teixeira Monastério, Universidade Christus

MESTRA EM ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETA E URBANISTA, DOCENTE E COORDENADORA DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE CHRISTUS

Letícia Keroly Bezerra Alexandrino, Universidade Christus

Arquiteta e Urbanista, Mestra e Doutoranda em Psicologia Ambiental, Docente e Coordenadora do Curso de Arquitetura e urbanismo da Unichristus

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Publicado

2026-04-10

Edição

Seção

Artigos Originais