ACESSIBILIDADE DO AMBIENTE CONSTRUÍDO PARA AUTISTAS
DOI:
https://doi.org/10.12662/1809-5771ri.130.6263.p32-34.2026Palavras-chave:
Acessibilidade, Autismo, Arquitetura sensorial, Inclusão, Design sensorialResumo
O crescimento no número de diagnósticos de autistas evidencia a necessidade de ambientes construídos mais acessíveis e inclusivos. Embora a acessibilidade arquitetônica tenha avançado, grande parte dos projetos ainda desconsidera as especificidades sensoriais e cognitivas desse público, o que pode gerar sobrecarga sensorial, desconforto e dificuldades de permanência. Dessa forma, o estudo tem como objetivo discutir como os fundamentos do design sensorial podem orientar a criação de ambientes mais acessíveis e inclusivos para autistas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, desenvolvida por meio de uma revisão narrativa da literatura, a partir do levantamento de produções acadêmicas e documentos normativos nacionais e internacionais publicados entre 2010 e 2025. Os resultados indicam que diretrizes relacionadas à acústica, ao sequenciamento espacial, à compartimentalização, às zonas de transição, aos espaços de escape, ao zoneamento sensorial e à segurança contribuem para a redução da ansiedade, o aumento da autonomia e a promoção do bem-estar. Conclui-se que a incorporação do design sensorial amplia o conceito de acessibilidade ao integrar dimensões físicas, sensoriais e emocionais, fortalecendo o papel social da arquitetura na construção de ambientes mais inclusivos.
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