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			<journal-title-group>
				<journal-title>Revista gestão em análise</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">R. Gest. Anál.</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="ppub">1984-7297</issn>
			<issn pub-type="epub">2359-618X</issn>
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				<publisher-name>Unichristus</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.12662/2359-618xregea.v14i2.p210-225.2025</article-id>
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				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>ARTIGOS</subject>
				</subj-group>
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			<title-group>
				<article-title>FATORES DETERMINANTES DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO E DE
					MERCADO: UMA ANÁLISE DAS COMPANHIAS DO SETOR ELÉTRICO DA B3 NO CONTEXTO DA
					PANDEMIA DE COVID-19<sup><xref ref-type="fn" rid="fn1"
					>1</xref></sup></article-title>
				<trans-title-group xml:lang="en">
					<trans-title>FACTORS DETERMINING ECONOMIC-FINANCIAL AND MARKET PERFORMANCE: AN
						ANALYSIS OF B3’S ELECTRIC SECTOR COMPANIES IN THE CONTEXT OF THE COVID-19
						PANDEMIC</trans-title>
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						<surname>Gomes</surname>
						<given-names>Thays Tamella da Mota</given-names>
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						<surname>Albuquerque</surname>
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				<institution content-type="orgname">Universidade Federal do Ceará, Universidade de
					Fortaleza</institution>
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				<country country="BR">BR</country>
				<email>tamellathays@gmail.com</email>
				<institution content-type="original">Graduada em Ciências Contábeis pela
					Universidade Federal do Ceará (UFC). MBA em Controladoria e Finanças pela
					Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Fortaleza - CE - BR.</institution>
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				<institution content-type="orgname">Universidade Estadual Vale do
					Acaraú</institution>
				<institution content-type="orgdiv1">Centro Universitário Estácio do
					Ceará</institution>
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				<email>antoniofilhoufc@hotmail.com</email>
				<institution content-type="original">Doutor e Mestre em Administração e
					Controladoria - PPAC (UFC). Especialista em Controladoria e Auditoria contábil
					(UVA-Sobral). Graduação em Ciências Contábeis (UVA-Sobral) e em Ciências
					Econômicas (UFC- Sobral). Professor Assistente da Universidade Estadual Vale do
					Acaraú (UVA) e professor Auxiliar II do Centro Universitário Estácio do Ceará
					(FIC) no curso de Ciências contábeis. Sobral - CE - BR.</institution>
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				<institution content-type="orgname">Graduação em Ciências Contábeis e no Programa de
					Pós-Graduação em Administração e Controladoria Acadêmico e Profissional da
					UFC</institution>
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				<country country="BR">BR</country>
				<email>alevasconcelosufc@gmail.com</email>
				<institution content-type="original">Doutora em Engenharia de Produção. Professora
					no curso de Graduação em Ciências Contábeis e no Programa de Pós-Graduação em
					Administração e Controladoria Acadêmico e Profissional da UFC. Fortaleza - CE -
					BR.</institution>
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			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>09</day>
				<month>06</month>
				<year>2025</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
				<season>May-Aug</season>
				<year>2025</year>
			</pub-date>
			<volume>14</volume>
			<issue>2</issue>
			<fpage>210</fpage>
			<lpage>225</lpage>
			<history>
				<date date-type="received">
					<day>01</day>
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					<year>2024</year>
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				<date date-type="accepted">
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				<license license-type="open-access"
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					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a
						licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e
						reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original
						seja corretamente citado.</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>RESUMO</title>
				<p>O objetivo da pesquisa consistiu em investigar os fatores determinantes do
					desempenho econômico-financeiro e de mercado das companhias do setor elétrico
					listadas na B3 no contexto da pandemia de covid-19. Para tanto, classificou-se o
					estudo como descritivo, documental e quantitativo. A amostra é composta por 45
					empresas do segmento, no período de 2018 a 2022 (225 observações). Os dados
					foram coletados na base Economatica®, extraídos das DFPs e tratados no
						<italic>software</italic> Stata. Logo, após a análise da estatística
					descritiva e regressão linear múltipla, constatou-se que as variáveis
					explicativas que influenciam positiva e estatisticamente o desempenho econômico
					são: investimento em P&amp;D, participação nos NDGC, presença feminina no CA,
					auditoria Big4 e tamanho. No âmbito financeiro, destaca-se P&amp;D, NDGC e
					tamanho. Para o mercado, não houve resultados favoráveis e significativos que
					influenciem as variáveis preditoras estrutura societária e concentração de
					propriedade.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>ABSTRACT</title>
				<p>The aim of the research was to investigate the determining factors of
					economic-financial and market performance of companies in the electric sector
					listed on B3 in the context of the covid-19 pandemic. Therefore, the study was
					classified as descriptive, documentary, and quantitative. The sample consists of
					45 companies from the sector, covering the period from 2018 to 2022 (225
					observations). The data was collected from the Economatica® database, extracted
					from the financial statements, and processed using Stata software. After
					analyzing the descriptive statistics and multiple linear regression, it was
					found that the explanatory variables that positively and statistically influence
					economic performance are an investment in R&amp;D, participation in NDGC, female
					presence on the board of directors, Big Four auditing, and size. In the
					financial scope, R&amp;D, NDGC, and size stand out. For the market, there were
					no favorable or significant results influencing the predictor variables of
					corporate structure and ownership concentration.</p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>fatores determinantes</kwd>
				<kwd>desempenho econômico-financeiro</kwd>
				<kwd>desempenho de mercado</kwd>
				<kwd>setor elétrico brasileiro</kwd>
				<kwd>covid-19</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords:</title>
				<kwd>determining factors</kwd>
				<kwd>economic-financial performance</kwd>
				<kwd>market performance</kwd>
				<kwd>Brazilian electric sector</kwd>
				<kwd>covid-19</kwd>
			</kwd-group>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>1 INTRODUÇÃO</title>
			<p>As relações corporativas tornam-se mais complexas à medida que as organizações
				modernas se desenvolvem em ambientes demasiadamente competitivos nos múltiplos
				aspectos, tais como: ambiental, econômico, financeiro, de governança, político e
				social (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Costa <italic>et al.</italic>, 2021</xref>;
					<xref ref-type="bibr" rid="B16">Lamb; Henz; Zanchet, 2023</xref>; <xref
					ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et al.</italic>, 2021</xref>). Nesse
				diapasão, conforme a Brasil, Bolsa, Balcão (B3, 2023), o segmento de energia
				elétrica, eminentemente regulado pelo governo, é o terceiro maior setor de atuação
				em relação ao volume de companhias listadas, contribuindo, assim, de modo relevante
				para o desenvolvimento econômico e estrutural do país (<xref ref-type="bibr"
					rid="B23">Ribeiro <italic>et al.</italic>, 2021</xref>).</p>
			<p>À vista disso, volumosas perquirições têm-se demonstrado, no decurso do tempo, como
				objeto principal de estudo as empresas desse setor. Para exemplificar, na
				perspectiva ambiental, <xref ref-type="bibr" rid="B12">Fraga <italic>et al.</italic>
					(2021)</xref> abordam a distinção entre indicadores de desempenho de 28 empresas
				do setor de energia elétrica vinculadas ao Índice de Sustentabilidade Empresarial
				(ISE) da B3, daquelas não participantes do ISE, no período de 2008 a 2020. Os
				autores aplicaram estatística descritiva, teste de normalidade e comparação de
				medianas. Os achados evidenciam que o grupo de companhias participantes do ISE
				possuem medianas mais elevadas em comparação ao grupo de empresas não participantes
				do ISE no que tange à liquidez geral e aos índices de lucratividade (margem bruta,
				margem líquida e EBITDA).</p>
			<p>No aspecto político, corroborando estudos deste segmento, <xref ref-type="bibr"
					rid="B8">Costa <italic>et al.</italic> (2021)</xref> analisaram a associação
				entre desempenho econômico (<italic>Q</italic> de Tobin e
					<italic>Market-to-book</italic>) e a conectividade política, utilizando algumas
				variáveis de controle (tamanho, liquidez corrente, endividamento e governança
				corporativa). Por meio de regressão quantílica em uma amostra de 26 empresas do
				setor de energia da B3, no período de 2013 a 2018, os autores observaram que a
				conexão política por presença na propriedade (participação do governo como
				acionista) influencia positivamente o desempenho econômico das empresas brasileiras
				do setor de energia.</p>
			<p>Vale evidenciar que, no âmbito da governança, <xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes e
					Cavalcante (2022)</xref> analisaram, para o período de 2018 a 2020, o
				comportamento do desempenho econômico-financeiro de 46 empresas de energia elétrica
				da B3, considerando os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa (NDGC) e a
				COVID-19. Nessa vertente, os autores examinaram fatores vinculados à situação
				econômica (rentabilidade) e financeira (estrutura de capital e liquidez) mediante
				aplicação de estatística descritiva e teste U de <italic>Mann-Whitney</italic>. Como
				resultado, confirmou-se que não houve alteração desfavorável nos indicadores das
				empresas pesquisadas no período em análise. Entretanto, não foi possível afirmar que
				empresas dos NDGC apresentam melhores <italic>performances</italic> quando
				comparadas às companhias do mercado tradicional.</p>
			<p>Cabe sobrelevar que a temática de Ambiental, Social e Governança (ASG) destacou-se,
				de forma considerável, no cenário corporativo nos últimos tempos (<xref
					ref-type="bibr" rid="B29">Yong; Alfan; Mustapha, 2024</xref>). Nesse intento,
				Cavalcante e Bandeira (2024) examinaram a relação entre Conselho de Administração
				(CA) e práticas de ASG adotadas por 107 entidades listadas na B3 no período de 2019.
				Os autores analisaram as variáveis participação de mulheres no CA, independência do
				CA, tamanho do CA, dualidade de cargo, tamanho da empresa, alavancagem e
				rentabilidade, aplicando teste de correlação e modelos de regressão linear. Os
				resultados demonstram que a variável independência e tamanho do CA possuem relação
				benéfica com as condutas de ASG. Logo, apresentam que um CA mais numeroso e
				diversificado auxiliam na tomada de decisão e no equilíbrio entre os
					<italic>stakeholders</italic> e os recursos inerentes às companhias.</p>
			<p>No panorama da crise epidemiológica de covid-19, <xref ref-type="bibr" rid="B1"
					>Almeida e Costa (2022)</xref> analisaram a divulgação de informações no período
				de 01/01/2020 a 31/08/2020 em 282 companhias da B3. Os autores constataram que os
				setores mais afetados foram: energia elétrica, tecidos e comércio, respectivamente,
				totalizando 157 companhias que publicaram informações sobre os impactos da pandemia.
				Para frisar esta conjuntura acerca dos impactos da crise nas empresas da bolsa de
				valores brasileira, <xref ref-type="bibr" rid="B14">Gonçalves <italic>et
						al.</italic> (2022)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B17">Maciel e
					Carvalho (2023)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B26">Silva <italic>et
						al.</italic> (2022)</xref> investigaram o comportamento da covid-19 em
				relação aos efeitos operacionais, financeiros e regulatórios e suas resoluções de
				enfrentamento causados no âmbito do setor elétrico. Como resultado, sinalizaram as
				alterações nos perfis de consumo, eficiência energética e retornos dos ativos.</p>
			<p>Perante o exposto, o setor elétrico possui elevada representatividade em copiosos
				estudos, apesar da escassez na diversidade de temáticas para além daquelas
				vinculadas essencialmente à governança corporativa e/ou desempenho
				econômico-financeiro no cenário de covid-19. Por conseguinte, há fatores
				multifacetados a serem mais bem explorados a fim de elucidar diferentes influências
				neste setor, à guisa de exemplos: investimento em Pesquisa &amp; Desenvolvimento
				(P&amp;D) (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Alves; Ribeiro; Araujo, 2022</xref>),
				qualidade dos serviços prestados (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Cabral; Pain;
					Bianchi, 2022</xref>), estrutura de propriedade (<xref ref-type="bibr" rid="B18"
					>Malanski, 2022</xref>) e investimento de mercado (<xref ref-type="bibr"
					rid="B16">Lamb; Henz; Zanchet, 2023</xref>).</p>
			<p>Nesse contexto, <xref ref-type="bibr" rid="B19">Matarazzo (2019)</xref> salienta que
				os índices de desempenho são dados relevantes tanto para análise de balanços, como
				também são informações essenciais para tomada de decisões gerenciais. O autor
				considera que os indicadores possuem o desígnio de averiguar, diagnosticar e
				determinar a saúde empresarial à medida que se avalia e mensura a eficiência e as
				estratégias da companhia. Diante disso, o comportamento econômico-financeiro
				(estrutura de capital, liquidez e rentabilidade) e de mercado serão aplicados nesta
				pesquisa à luz de investigações prévias (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Castro;
					Lustosa; Guerra, 2023</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B12">Fraga <italic>et
						al.</italic>, 2021</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes;
					Cavalcante, 2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B19">Matarazzo, 2019</xref>;
					<xref ref-type="bibr" rid="B20">Oliveira; Raeder; Marques, 2022</xref>).</p>
			<p>Destarte, considerando a lacuna em pesquisas do setor de energia elétrica brasileiro
				em face dos embasamentos de fatores determinantes de cunho associativo às
					<italic>performances</italic> econômico-financeiras e de mercado, este trabalho
				se propõe a responder a seguinte questão: <bold>Quais são os fatores determinantes
					do desempenho econômico-financeiro e de mercado das companhias do setor elétrico
					listadas na B3 no contexto da pandemia de covid-19?</bold> Sob este prisma, o
				objetivo da pesquisa consiste em investigar os fatores determinantes do desempenho
				econômico-financeiro e de mercado das companhias do setor elétrico da B3 no contexto
				da pandemia de covid-19.</p>
			<p>Diante do evidenciado, os determinantes analisados neste estudo podem sinalizar
				potenciais ganhos em desempenho para as empresas do setor elétrico, mas também
				reforçar a importância de políticas públicas e corporativas orientadas para a
				equidade, sustentabilidade e fortalecimento institucional, além de apresentar
				caminhos para investidores, órgãos reguladores e formuladores de políticas no
				enfrentamento de crises futuras.</p>
			<p>O estudo fundamenta-se ainda, devido à relevância do setor elétrico como um insumo
				essencial à sociedade e suporte estratégico à indústria (<xref ref-type="bibr"
					rid="B13">Gomes; Cavalcante, 2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B16">Lamb;
					Henz; Zanchet, 2023</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et
						al.</italic>, 2021</xref>). Ademais, a conjuntura da crise de covid-19
				demandou examinar as companhias a fim de identificar os comportamentos ocasionados
				pela pandemia. Vale ressaltar a ausência de evidências empíricas, considerando o
				conglomerado de fatores determinantes. Logo, são abordados e desenvolvidos nesta
				pesquisa.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>2 REVISÃO DE LITERATURA</title>
			<sec>
				<title>2.1 FATORES DETERMINANTES SOB A ÓTICA DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO</title>
				<p>É sabido que as companhias de energia elétrica brasileiras possuem, na sociedade,
					relevância estratégica, além de pertencer a um setor estruturado e proeminente
					em capital (<xref ref-type="bibr" rid="B20">Oliveira; Raeder; Marques,
						2022</xref>). À vista disso, a Empresa de Pesquisa Energética (<xref
						ref-type="bibr" rid="B30">EPE, 2023</xref>) apontou comportamento ascendente
					em 8,3%, no período de 2022 em contraposição a 2021, no que concerne à
					capacidade instalada de geração de eletricidade no Brasil. Neste período,
					elaborou-se a expectativa de crescimento médio em 3,4% da carga de energia entre
					2022 e 2026, considerando a elevação do PIB. Adicionalmente, observou-se
					progressão de 3,2% na eletricidade gerada, sendo a área industrial (36,2%) e
					residencial (30,0%) como maiores consumidores (<xref ref-type="bibr" rid="B30"
						>EPE, 2023</xref>).</p>
				<p>Diante de sua magnitude, na pesquisa, exploram-se os fatores potencialmente
					determinantes, que podem influenciar direta ou indiretamente, provocar
					intensidade abrangente ou tênue e resultar em consequências auspiciosas ou
					nocivas para áreas e setores correlatos ao de energia elétrica. Para elucidar,
					os fatores abordados são: investimento em P&amp;D (<xref ref-type="bibr"
						rid="B2">Alves; Ribeiro; Araujo, 2022</xref>), participação no ISE (<xref
						ref-type="bibr" rid="B12">Fraga <italic>et al.</italic>, 2021</xref>),
					participação nos NDGC (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes; Cavalcante,
						2022</xref>), tamanho (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Costa <italic>et
							al.</italic>, 2021</xref>), estrutura societária (controle patrimonial)
						(<xref ref-type="bibr" rid="B18">Malanski, 2022</xref>), concentração de
					propriedade (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et al</italic>.,
						2021</xref>), diversidade de gênero (presença feminina) no conselho de
					administração (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Feltes <italic>et al</italic>.,
						2023</xref>) e auditoria (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Batistella; Kruger;
						Moura, 2022</xref>).</p>
				<p>Outrossim, <xref ref-type="bibr" rid="B2">Alves, Ribeiro e Araujo (2022)</xref>
					investigaram a associação dos investimentos em P&amp;D, qualidade operacional e
					o desempenho econômico-financeiro de 21 distribuidoras de energia elétrica da
					B3, no período de 2012 a 2019. Os resultados obtidos sinalizam correlação
					positiva em investimentos em P&amp;D, possibilitando melhores retornos para as
					companhias, tanto referente à qualidade operacional dos serviços (indicador de
					desempenho global de continuidade das empresas), como também ao desempenho
					financeiro (ROA) destas. Nesse intento, formula-se a primeira hipótese da
					pesquisa:</p>
				<p><bold>H1:</bold> investimentos em P&amp;D influenciam positivamente o desempenho
					econômico-financeiro e de mercado das empresas do setor elétrico listadas na
					B3.</p>
				<p>Ademais, <xref ref-type="bibr" rid="B12">Fraga <italic>et al.</italic>
						(2021)</xref> analisaram a distinção dos indicadores de liquidez,
					endividamento, lucratividade e rentabilidade de 28 empresas do setor de energia
					elétrica que aderiram e daquelas não inseridas na carteira do ISE da B3, no
					período de 2008 a 2020. Os resultados demonstraram que empresas do grupo ISE
					possuem medianas elevadas em comparação ao grupo Não ISE no que tange aos
					índices de lucratividade, ou seja, melhores resultados brutos, operacionais e
					líquidos, e possui também menor desvio-padrão. Desta forma, apresenta-se a
					segunda hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H2:</bold> participação no ISE influencia, positivamente, o desempenho
					econômico-financeiro e de mercado das empresas do setor elétrico listadas na
					B3.</p>
				<p>
					<xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes e Cavalcante (2022)</xref> exploraram a
						<italic>performance</italic> econômica (rentabilidade) e financeira
					(estrutura de capital e liquidez) de 46 companhias do segmento de energia
					elétrica da B3, no período de 2018 a 2020, considerando a covid-19 e a
					governança corporativa. Os resultados indicaram que o desempenho
					econômico-financeiro das companhias foi elevado no período da pandemia e que
					empresas listadas nos NDGC, em relação às companhias do segmento tradicional,
					apresentaram resultados mais favoráveis em oito dos 11 índices estudados (para
					exemplificar: giro do ativo, margem líquida, composição do endividamento e
					liquidez seca). Posto isso, desenvolve-se a terceira hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H3:</bold> participação nos NDGC influencia positivamente o desempenho
					econômico-financeiro e de mercado das empresas do setor elétrico listadas na
					B3.</p>
				<p>O estudo de <xref ref-type="bibr" rid="B18">Malanski (2022)</xref> analisou o
					impacto que a implementação de práticas de governança corporativa e a integração
					vertical (etapas do processo produtivo) possui sobre a situação de lucratividade
					de 31 instituições do setor de energia elétrica da B3, no período de 2002 a
					2017. Por corolário, ao averiguar a margem líquida, tamanho, NDGC e estrutura
					societária, apresentou que companhias de iniciativa majoritariamente privada
					demonstram melhor lucratividade. Diante do supracitado, estruturou-se a quarta
					hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H4:</bold> empresas controladas majoritariamente por iniciativa privada
					influenciam, positivamente, o desempenho econômico-financeiro e de mercado das
					empresas do setor elétrico listadas na B3.</p>
				<p>
					<xref ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et al.</italic> (2021)</xref> se
					propuseram a determinar o impacto realizado pela concentração de propriedade e
					pelo nível de governança corporativa sobre o endividamento de 58 organizações do
					segmento de energia elétrica da B3, no período de 2012 a 2017. Os resultados
					apontam que cerca de 86,20% das companhias demonstraram concentração de
					propriedade (composição acionária concentrada) bem como as variáveis examinadas
					exerceram influência no endividamento geral. À frente do exposto, propõe-se a
					quinta hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H5:</bold> concentração de propriedade influencia positivamente o
					desempenho econômico-financeiro e de mercado das empresas do setor elétrico
					brasileiro listadas na B3.</p>
				<p>No tocante à diversidade de gênero, <xref ref-type="bibr" rid="B11">Feltes
							<italic>et al.</italic> (2023)</xref> investigaram a influência da
					presença feminina no conselho de administração (CA) na suavização intencional no
					desempenho (alavancagem, rentabilidade e endividamento) de 126 companhias da B3,
					no período de 2013 a 2018. Obteve-se como resultado que cerca de 2/3 das
					companhias não apresentaram nenhuma mulher como membro do CA em nenhum dos anos
					investigados. Contudo, sugere-se que maior diversidade de gênero tende a mitigar
					ações oportunistas na manipulação de resultados e, consequentemente, ocasiona
					melhores tomadas de decisão, com escolhas mais assertivas. Nesse contexto,
					descreve-se a sexta hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H6:</bold> presença feminina no CA influencia, positivamente, no desempenho
					econômico-financeiro e de mercado das empresas do setor elétrico listadas na
					B3.</p>
				<p>Cabe destacar a pesquisa de <xref ref-type="bibr" rid="B3">Batistella, Kruger e
						Moura (2022)</xref>, que examinou a associação das práticas de governança
					corporativa e da auditoria na <italic>performance</italic> de 220 organizações
					de diferentes setores listadas na B3, no período de 2011 a 2017. Como efeito da
					análise realizada, deu-se que (i), quanto menor for o percentual de membros
					independentes no Conselho de Administração, maior será os índices ROA e ROE e
					(ii) melhores condutas de governança corporativa, influenciam em favoráveis
					índices de Q de Tobin e <italic>Market-to-book</italic> (melhores desempenhos).
					Sob outra perspectiva, na variável <italic>BigFour</italic>, houve impacto nos
					índices ROA, ROE e Q de Tobin. Em compêndio ao aludido, concebe-se a sétima
					hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H7:</bold> auditoria realizada por “<italic>Big Four</italic>” influencia,
					positivamente, o desempenho econômico-financeiro e de mercado das empresas do
					setor elétrico listadas na B3.</p>
				<p>Cabe evidenciar o estudo de <xref ref-type="bibr" rid="B8">Costa <italic>et
							al.</italic> (2021)</xref>, que examinou 26 empresas do setor de energia
					elétrica, no período de 2013 a 2018, a fim de associar o desempenho econômico
					com a conectividade política, tamanho, liquidez corrente, endividamento e
					governança corporativa. Os resultados indicam que o tamanho apresentou sinal
					positivo esperado, exprimindo que companhias maiores e com liquidez mais
					favorável possuem maior capacidade de demonstrar melhores desempenhos
					econômicos. Nessa vertente, institui-se a oitava hipótese da pesquisa:</p>
				<p><bold>H8:</bold> maior tamanho influencia, positivamente, o desempenho
					econômico-financeiro e de mercado das empresas do setor elétrico listadas na
					B3.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>2.2 SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO NO CONTEXTO DA PANDEMIA DE COVID-19</title>
				<p>
					<xref ref-type="bibr" rid="B14">Gonçalves <italic>et al.</italic> (2022)</xref>
					investigaram como o comportamento da pandemia de covid-19 em escala global
					impactou a economia do Brasil, baseado nos dados históricos disponibilizados
					pela EPE referentes ao período de 1970 a 2018, a fim de realizar projeções de
					consumo (2020 a 2029 - desenvolvimento de cenários: Banco Mundial, Fundo
					Monetário Internacional e Sistema de Expectativas do Banco Central). Os
					resultados indicaram as análises de sensibilidade de projeção de carga (projeção
					energética-econômica), considerando os conjuntos de expectativas futuras de PIB,
					crescimento populacional e expansão das micro e minigeração distribuídas nos
					âmbitos residencial, comercial, industrial e outros.</p>
				<p>Para frisar este panorama, <xref ref-type="bibr" rid="B1">Almeida e Costa
						(2022)</xref> examinaram 157 empresas que publicaram informações acerca das
					consequências ou possíveis impactos da pandemia de covid-19 mediante fatos
					significativos, no período de janeiro a agosto de 2020. À vista disso,
					identificou-se que o setor de energia elétrica foi o segmento mais afetado para
					o período analisado, podendo ser explicado devido às medidas de segurança
					adotadas para conter a pandemia, como o isolamento social. Nesse sentido, os
					resultados constataram que as variáveis tamanho, rentabilidade, governança,
					setor e auditoria estão correlacionadas às companhias com maior grau de
					divulgação voluntária sobre a covid-19.</p>
				<p>Neste contexto, o <xref ref-type="bibr" rid="B15">Instituto Acende Brasil
						(2020)</xref> apresentou impactos socioeconômicos ocasionados pela covid-19
					no setor de energia elétrica do Brasil, no período inicial de 2020 e suas
					medidas de enfrentamento. Diante das variações no consumo e na inadimplência,
					implementaram-se medidas de preservação, como: flexibilização de normas
					operacionais e de prazos (adequações nos processos operacionais de distribuição
					e postergação de prazos de ações não prioritárias) e acréscimo de liquidez do
					setor (Conta-COVID e utilização de fundos setoriais). Ademais, instituiu-se
					suporte aos consumidores (isenção tarifária para beneficiários da Tarifa Social,
					vedação de corte de energia por inadimplência, suspensão do Sistema de Bandeiras
					Tarifárias e diferimento de cobrança de encargos e desoneração); postergação de
					leilões de energia e definição de reequilíbrio econômico-financeiro das
					companhias reguladas.</p>
				<p>Somando-se ao achado, <xref ref-type="bibr" rid="B26">Silva <italic>et
							al.</italic> (2022)</xref> investigaram os efeitos da pandemia em 30
					companhias deste setor, no período de 24 de março a 23 de junho de 2020,
					concernentes às Resoluções n° 878/2020 (criação da Conta-COVID - empréstimos
					destinados ao setor) e n° 885/2020 (vedação da suspensão de fornecimento por
					inadimplência dos consumidores) em relação ao mercado brasileiro. Os resultados
					indicaram, mediante análise da eficiência, que o mercado obteve uma reação
					desfavorável sobre a Resolução n° 878/2020, ou seja, houve elevação no risco do
					mercado. Sobre a Resolução n° 885/2020, demonstrou retornos anormais
					significativos para algumas empresas. Logo, não houve efeitos na reação por
					parte dos investidores cuja hipótese se esperavam retornos anormais.</p>
				<p>Nesse diapasão, <xref ref-type="bibr" rid="B24">Rosa, Meneses e Carvalho
						(2022)</xref> elaboraram um comparativo de empresas do setor elétrico em
					relação às demais, referente à associação entre os efeitos da pandemia de
					covid-19 e da temperatura sobre indicadores de rentabilidade (ROA, ML, ROE e GA)
					das empresas. O estudo verificou, também, as variáveis tamanho, endividamento,
					PIB, taxa SELIC, PIB <italic>per capita</italic>, preço da energia elétrica e
					índice de inflação, para o período de 2011 a 2020, utilizando regressão linear
					com dados em painel. Os resultados indicam que a variável de controle preço da
					energia elétrica apresentou relação positiva com a rentabilidade das companhias
					do setor, e a variável de interesse pandemia de covid-19, para o setor de
					energia, demonstrou associação positiva e significativa.</p>
				<p>Diante da conjuntura, ressaltando as especificidades energéticas das distintas
					regiões brasileiras, <xref ref-type="bibr" rid="B17">Maciel e Carvalho
						(2023)</xref> investigaram as consequências da covid-19 em relação ao
					consumo de energia elétrica no enfoque regional, para o período de 2018 a 2021.
					Os resultados apontaram que os comportamentos são similares em todas as regiões,
					como redução no comércio em 2020 em relação a 2019. Sobre o consumo médio de
					eletricidade no Brasil, no setor industrial e comercial, houve oscilação, assim
					como, no consumo total e residencial, foi incrementada em todos os períodos
					analisados. No que diz respeito às regiões, Norte e Centro-Oeste elevaram-se;
					por outro lado, Nordeste, Sudeste e Sul obtiveram alterações.</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec>
			<title>3 ASPECTOS METODOLÓGICOS</title>
			<p>A pesquisa é categorizada como sendo descritiva, documental e de natureza
				quantitativa no que concerne, respectivamente, à finalidade, ao método e à abordagem
				da investigação.</p>
			<p>O universo da investigação é composto por 64 empresas listadas na B3 do segmento de
				energia elétrica, associada ao subsetor de utilidade pública, no dia 12 de outubro
				de 2023. Entretanto, foram excluídas 19 companhias, a saber: três possuíam
				categorias distintas (Cia. Balcão Org. Tradicional e BOVESPA MAIS) das
				estabelecidas, 13 não possuíam atividade principal ou secundária vinculada à atuação
				de energia elétrica (<italic>holdings</italic> de instituições não financeiras e
				sociedade de participação), e três não possuíam dados completos para um dos anos
				analisados. Assim, a amostra reúne 45 instituições (NDGC - 9 e Mercado tradicional -
				36), perfazendo 225 observações.</p>
			<p>O horizonte temporal foi de 5 anos (2018 a 2022), pois compreende-se ao período
				pré-pandemia covid-19 e ao período pandêmico. Na investigação de <xref
					ref-type="bibr" rid="B13">Gomes e Cavalcante (2022)</xref> e <xref
					ref-type="bibr" rid="B24">Rosa, Meneses e Carvalho (2022)</xref>, abordou-se que
				a crise sanitária global resultou em efeitos nos diversos aspectos, como: econômico,
				social, cultural, político, histórico e ambiental. À vista disso, no Brasil, são
				exemplos de ocorrências geradas por intermédio da covid-19: implementação das
				Resoluções n° 878/2020 (continuidade do abastecimento de energia) e n° 885/2020
				(concepção da CONTA-COVID) (<xref ref-type="bibr" rid="B26">Silva <italic>et
						al</italic>., 2022</xref>), Medida Provisória nº 950/2020 (descontos para
				consumidores enquadrados na tarifa social) (<xref ref-type="bibr" rid="B4">Brasil,
					2020</xref>), alteração na demanda de energia, isolamento social, aderência ao
					<italic>home office</italic> e <italic>E-Commerce</italic> (<xref
					ref-type="bibr" rid="B10">EPE, 2020</xref>). Desse modo, percebe-se que o
				desempenho das empresas do setor elétrico foi impactado pelos eventos ocasionados
				pela pandemia covid-19, que gerou choques de demanda e alterações regulatórias
				relevantes a partir de 2020 em comparação com outros setores (<xref ref-type="bibr"
					rid="B9">El-Haddad; Zaki, 2024</xref>). Além disso, em períodos recentes,
				mudanças nas práticas de governança, sustentabilidade e outros fatores, iniciadas
				por volta de 2018 com a intensificação das políticas <italic>Environmental, Social
					and Governance</italic> (ESG), possibilitaram maiores efeitos no desempenho das
				companhias (<xref ref-type="bibr" rid="B26">Silva <italic>et al</italic>.,
					2022</xref>).</p>
			<p>Nesse panorama, o desenvolvimento da pesquisa se deu mediante sistematização de
				coleta, tratamento e análise dos dados, embasada por fontes secundárias
				(Demonstrações Financeiras Padronizadas extraídas do sítio eletrônico da B3 ou das
				próprias companhias e da base de dados Economatica®), possuindo painel balanceado e
				sendo tratadas no <italic>software</italic> Stata.</p>
			<p>Para que o objetivo fosse alcançado, a pesquisa considerou os oito indicadores
				alusivos à situação econômica (rentabilidade) e financeira (estrutura de capital e
				liquidez) consoantes aos estudos de <xref ref-type="bibr" rid="B19">Matarazzo
					(2019)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes e Cavalcante
				(2022)</xref>. Além disso, averiguou o desempenho de mercado (valor de mercado)
				conforme análises elaboradas do conglomerado de informações calculadas (variáveis
				dependentes), conforme apresenta o <xref ref-type="table" rid="t1">quadro
				1</xref>.</p>
			<table-wrap id="t1">
				<label>Quadro 1</label>
				<caption>
					<title>Variáveis dependentes</title>
				</caption>
				<table>
					<thead>
						<tr>
							<th align="left">Variáveis</th>
							<th align="center">Operacionalização</th>
							<th align="center">Fonte de coleta</th>
							<th align="center">Relação esperada</th>
						</tr>
					</thead>
					<tbody>
						<tr>
							<td align="left">Giro do Ativo (GA)</td>
							<td align="center">Quanto vendeu para cada R$ 1 investido</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
							<td align="center" rowspan="4">&gt; = Melhor</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Margem Líquida (ML)</td>
							<td align="center">Quanto lucrou para cada R$ 100 vendidos</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Rentabilidade do Ativo (RA)</td>
							<td align="center">Quanto lucrou para cada R$ 100 investidos</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Rentabilidade do PL (RPL)</td>
							<td align="center">Quanto lucrou para cada r$ 100 de capital próprio
								médio investido</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Composição do<break/>Endividamento (CE)</td>
							<td align="center">% do compromisso em curto prazo tangente às
								obrigações totais</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
							<td align="center">&lt; = Melhor</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Liquidez Geral (LG)</td>
							<td align="center">Quanto há de AC + RLP para cada R$ 1 de Obrigação
								Total</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
							<td align="center" rowspan="2">&gt; = Melhor</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Liquidez Corrente (LC)</td>
							<td align="center">Quanto há de AC para cada R$ 1 de PC</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Valor de Mercado (VM)</td>
							<td align="center">Valor da Ação X Nº de Ações</td>
							<td align="center">Economatica® /<break/>DFP site empresa</td>
							<td align="center">&gt; = Melhor</td>
						</tr>
					</tbody>
				</table>
				<table-wrap-foot>
					<attrib>Fonte: adaptado de <xref ref-type="bibr" rid="B19">Matarazzo
							(2019)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes e Cavalcante
							(2022)</xref>.</attrib>
				</table-wrap-foot>
			</table-wrap>
			<p>Posto isso, a seleção das variáveis independentes (<xref ref-type="table" rid="t2"
					>quadro 2</xref>) deu-se por intermédio da necessidade de examinar potenciais
				fatores considerados como determinantes, apontados em diversos estudos de setores
				variados, mas não investigados de forma compilada ao setor elétrico.</p>
			<table-wrap id="t2">
				<label>Quadro 2</label>
				<caption>
					<title>Variáveis independentes</title>
				</caption>
				<table>
					<thead>
						<tr>
							<th align="left">Variáveis</th>
							<th align="center">Operacionalização</th>
							<th align="center">Fonte de coleta</th>
							<th align="center">Relação esperada</th>
						</tr>
					</thead>
					<tbody>
						<tr>
							<td align="left">Investimento em P&amp;D</td>
							<td align="center"><italic>Dummy</italic> - Gastos em inovação,
								eficiência (P&amp;D) - 1; caso não - 0</td>
							<td align="center">DFP site empresa/B3</td>
							<td align="center">Adesão</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Participação no ISE</td>
							<td align="center"><italic>Dummy</italic> - Participa no ISE - 1; caso
								não - 0</td>
							<td align="center">Site ISE B3</td>
							<td align="center">Adesão</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Participação nos NDGC</td>
							<td align="center"><italic>Dummy -</italic> Participa nos NDGC - 1; caso
								não - 0</td>
							<td align="center">DFP site empresa/B3</td>
							<td align="center">Adesão</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Estrutura societária</td>
							<td align="center"><italic>Dummy</italic> - Predominância privada - 1;
								caso não - 0</td>
							<td align="center">DFP site empresa/B3</td>
							<td align="center">Controle majoritário<break/>privado</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Concentração de<break/>Propriedade</td>
							<td align="center"><italic>Dummy -</italic> Concentração acionária - 1;
								caso não - 0</td>
							<td align="center">DFP site empresa/B3</td>
							<td align="center">Concentração</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Presença feminina no CA</td>
							<td align="center"><italic>Dummy</italic> - Presença de, pelo menos, 1
								mulher no CA - 1; caso não - 0</td>
							<td align="center">DFP site empresa/B3</td>
							<td align="center">Adesão</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Auditoria BIG4</td>
							<td align="center"><italic>Dummy</italic> - Auditada por BIG4 - 1; caso
								não - 0</td>
							<td align="center">DFP site empresa</td>
							<td align="center">Adesão</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Tamanho</td>
							<td align="center">Logaritmo do Ativo Total</td>
							<td align="center">DFP site empresa/B3</td>
							<td align="center">&gt; = Melhor</td>
						</tr>
					</tbody>
				</table>
				<table-wrap-foot>
					<attrib>Fonte: elaboração própria (2024).</attrib>
				</table-wrap-foot>
			</table-wrap>
			<p>Cabe informar que os índices para realização foram analisados a fim de obter como
				fruto da investigação os resultados das técnicas estatísticas, <italic>a
					priori</italic>, a análise descritiva (mínimo, máximo, média e desvio-padrão) e,
					<italic>a posteriori</italic>, a verificação das hipóteses ao examinar as
				variáveis independentes aplicando regressão linear múltipla. Cabe ressaltar que
				foram explorados os pressupostos de normalidade, mediante teste de
				Kolmogorov-Smirnov; ausência de autocorrelação serial, por meio do teste de
				Durbin-Watson; homocedasticidade, por intermédio do teste de Pesarán-Pesarán e
				multicolinearidade, com auxílio do fator de inflação de variância - VIF e
				Tolerance.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS</title>
			<p>Na presente seção, dispõem-se os resultados da análise estatística descritiva
				(medidas de tendência central e dispersão) e do teste de regressão linear múltipla
				para verificação das hipóteses, a fim de atinar a influência dos múltiplos possíveis
				fatores determinantes nas situações econômico-financeiras e de mercado das
				companhias da amostra pesquisada.</p>
			<sec>
				<title>4.1 ANÁLISE DESCRITIVA</title>
				<p>Esta seção contém a análise descritiva dos indicadores econômico-financeiros e de
					mercado e das variáveis preditoras, reunidas, examinadas e interpretadas
					mediante estatística descritiva (mínimo, máximo, média e desvio padrão) para as
					45 companhias da amostra, considerando o período de 2018 a 2022, totalizando 225
					observações.</p>
				<p>Na <xref ref-type="table" rid="t3">tabela 1</xref>, sobre a
						<italic>performance</italic> econômica, ressalta-se, de forma desfavorável,
					os indicadores de rentabilidade ML, RA e RPL, alusivos ao lucro sobre vendas,
					lucro sobre investimentos e lucro sobre o capital próprio investido,
					respectivamente, devido a possuírem valores de mínimo inferiores a 0. Em
					contraposição, sobre os maiores registros, nota-se que o índice ML possui a
					maior representatividade, seguido pelo indicador financeiro de liquidez (LC), ou
					seja, o índice que se trata da capacidade de cumprir com suas obrigações de
					curto prazo; e o desempenho de mercado (VM). Tal relação-observação ocorre
					também para os valores de dispersão.</p>
				<table-wrap id="t3">
					<label>Tabela 1</label>
					<caption>
						<title>estatística descritiva - variáveis dependentes</title>
					</caption>
					<table>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left">Variáveis</th>
								<th align="center">N° observações</th>
								<th align="center">Mínimo</th>
								<th align="center">Máximo</th>
								<th align="center">Média</th>
								<th align="center">Desvio padrão</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">GA</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0,0152</td>
								<td align="center" valign="top">2,7750</td>
								<td align="center" valign="top">0,4981</td>
								<td align="center" valign="top">0,3115</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">ML</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">-10,327</td>
								<td align="center" valign="top">70,4060</td>
								<td align="center" valign="top">0,4305</td>
								<td align="center" valign="top">4,7515</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">RA</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">-0,4428</td>
								<td align="center" valign="top">1,0767</td>
								<td align="center" valign="top">0,0487</td>
								<td align="center" valign="top">0,1157</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">RPL</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">-5,7970</td>
								<td align="center" valign="top">11,1950</td>
								<td align="center" valign="top">0,2392</td>
								<td align="center" valign="top">0,9399</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">CE</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0,01619</td>
								<td align="center" valign="top">0,9746</td>
								<td align="center" valign="top">0,3135</td>
								<td align="center" valign="top">0,1724</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">LG</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0,0061</td>
								<td align="center" valign="top">6,6630</td>
								<td align="center" valign="top">0,4540</td>
								<td align="center" valign="top">0,6018</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">LC</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0,0072</td>
								<td align="center" valign="top">34,9990</td>
								<td align="center" valign="top">1,8358</td>
								<td align="center" valign="top">3,0164</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">VM</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">12,040</td>
								<td align="center" valign="top">18,392</td>
								<td align="center" valign="top">14,840</td>
								<td align="center" valign="top">1,5775</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<attrib>Legenda: GA: Giro do Ativo; ML: Margem Líquida; RA: Rentabilidade do
							Ativo; RPL: Rentabilidade do PL; CE; Composição do Endividamento; LG:
							Liquidez Geral; LC: Liquidez Corrente; VM: Valor de Mercado.</attrib>
						<attrib>Fonte: dados da pesquisa (2024).</attrib>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
				<p>Sob este prisma, todas as variáveis dependentes apresentaram resultados positivos
					relativos aos valores de médias, de forma ascendente, a saber: RA &lt; RPL &lt;
					CE &lt; ML &lt; LG &lt; GA &lt; LC &lt; VM. Sobre o desempenho
					econômico-financeiro alusivo aos índices de rentabilidade, estrutura de capital
					e liquidez, nesta ordem, representados por GA (relação entre vendas e
					investimento), CE (dívidas vencíveis no curto prazo em relação ao total de suas
					obrigações) e LG (valores de ativo circulante e realizável em longo prazo
					concernentes ao total da dívida), não foram predominantes em nenhuma das
					análises de medida de tendência central e de dispersão.</p>
				<p>Na <xref ref-type="table" rid="t4">tabela 2</xref>, observa-se, em sete das oito
					variáveis independentes, valor mínimo de 0, ou seja, houve, pelo menos, uma
					companhia que apresentou situação nula em alguma das categorias em um dos
					períodos analisados, isto significa que a empresa não investiu em P&amp;D, não
					participou do ISE, não participou dos NDGC, não houve predominância privada, não
					houve concentração acionária, não houve, pelo menos, uma mulher atuando no CA ou
					não foi auditada por Big4. Para os valores de máximo, corresponde ao extremo da
					análise supramencionada, pois refere-se à caracterização de, pelo menos, uma
					empresa possuindo resultados condizentes com o aspecto estabelecido na pesquisa.
					Ademais, destaca-se a variável preditora tamanho, devido a sua
					representatividade.</p>
				<table-wrap id="t4">
					<label>Tabela 2</label>
					<caption>
						<title>estatística descritiva - variáveis independentes</title>
					</caption>
					<table>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left" valign="top">Variáveis </th>
								<th align="center" valign="top">N° observações</th>
								<th align="center" valign="top">Mínimo</th>
								<th align="center" valign="top">Máximo</th>
								<th align="center" valign="top">Média</th>
								<th align="center" valign="top">Desvio padrão</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Investimento em P&amp;D</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,911</td>
								<td align="center" valign="top">0,2852</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Participação no ISE</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,080</td>
								<td align="center" valign="top">0,2719</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Participação nos NDGC</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,218</td>
								<td align="center" valign="top">0,4137</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Estrutura societária</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,900</td>
								<td align="center" valign="top">0,2980</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Concentração de propriedade</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,911</td>
								<td align="center" valign="top">0,2852</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Presença feminina no CA</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,507</td>
								<td align="center" valign="top">0.5011</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Auditoria BIG4</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">0</td>
								<td align="center" valign="top">1,0</td>
								<td align="center" valign="top">0,889</td>
								<td align="center" valign="top">0.3150</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Tamanho</td>
								<td align="center" valign="top">225</td>
								<td align="center" valign="top">11,836</td>
								<td align="center" valign="top">19,689</td>
								<td align="center" valign="top">15,919</td>
								<td align="center" valign="top">1,4929</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<attrib>Fonte: dados da pesquisa (2024).</attrib>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
				<p>Por corolário, a análise descritiva executada para a média das variáveis das 225
					observações possui escala progressiva de resultado, na ordem consecutiva:
					participação no ISE &lt; participação nos NDGC &lt; presença feminina no CA &lt;
					auditoria Big4 &lt; estrutura societária &lt; investimento em
					P&amp;D/concentração de propriedade &lt; tamanho. Cabe enfatizar que cerca de
					90% das companhias pesquisadas possuem investimentos em P&amp;D, são
					majoritariamente privadas e possuem concentração acionária. Sobre a vertente da
					uniformidade dos dados, participação no ISE, investimentos em P&amp;D,
					concentração de propriedade e estrutura societária são as variáveis mais
					homogêneas entre as empresas.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>4.2 TESTES PARA VERIFICAÇÃO DAS HIPÓTESES</title>
				<p>A <xref ref-type="table" rid="t5">tabela 3</xref> mostra os coeficientes de
					regressão linear múltipla, nos quais propiciam o exame do poder preditivo dos
					fatores determinantes (variáveis independentes) nas situações
					econômico-financeiras e de mercado (variáveis dependentes) das empresas do setor
					elétrico da B3.</p>
				<table-wrap id="t5">
					<label>Tabela 3</label>
					<caption>
						<title>desempenho econômico</title>
					</caption>
					<table>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left" rowspan="2">Variáveis</th>
								<th align="center" colspan="4" valign="top">Modelos</th>
							</tr>
							<tr>
								<th align="left" valign="top">Modelo 1 (GA)</th>
								<th align="center" valign="top">Modelo 2 (ML)</th>
								<th align="center" valign="top">Modelo 3 (RA)</th>
								<th align="center" valign="top">Modelo 4 (RPL)</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Investimento em P&amp;D</td>
								<td align="center" valign="top">0,142<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,934<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,052<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,592<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Participação no ISE</td>
								<td align="center" valign="top">0,213<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,247<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,038<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,282</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Participação nos NDGC</td>
								<td align="center" valign="top">0,273<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">1,048<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,052<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,537<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Estrutura societária</td>
								<td align="center" valign="top">0,087<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">2,474<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,003<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,079</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Concentração de propriedade</td>
								<td align="center" valign="top">-0,124<sup>***</sup></td>
								<td align="center" valign="top">-0,379<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,006<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,007</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Presença feminina no CA</td>
								<td align="center" valign="top">0,128<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,505<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,006<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,293<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Auditoria Big4</td>
								<td align="center" valign="top">0,076<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">2,254<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,034<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,301<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Tamanho</td>
								<td align="center" valign="top">0,018<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,130<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,004<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">0,085<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">R<sup>2</sup> - Ajustado</td>
								<td align="center" valign="top">0,198</td>
								<td align="center" valign="top">0,173</td>
								<td align="center" valign="top">0,192</td>
								<td align="center" valign="top">0,195</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Teste F - ANOVA</td>
								<td align="center" valign="top">6,617<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">2,128<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">1,024<sup>**</sup></td>
								<td align="center" valign="top">2,828<sup>*</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Durbin Watson</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;2</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;2</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;2</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;2</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Pesarán-Pesarán</td>
								<td align="center" valign="top">1,62</td>
								<td align="center" valign="top">1,58</td>
								<td align="center" valign="top">1,56</td>
								<td align="center" valign="top">1,68</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">VIF/Tolerance</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;5</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;5</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;5</td>
								<td align="center" valign="top">&lt;5</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<attrib>Legenda: GA: Giro do Ativo; ML: Margem Líquida; RA: Rentabilidade do
							Ativo; RPL: Rentabilidade do PL; (<sup>*</sup>) p&lt;0.01 (1% de
							significância); (<sup>**</sup>) = p&lt;0.05 (5% de significância);
								(<sup>***</sup>) = p&lt;0.10 (10% de significância).</attrib>
						<attrib>Fonte: dados da pesquisa (2024).</attrib>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
				<p>É possível perceber na <xref ref-type="table" rid="t5">tabela 3</xref> que o
						R<sup>2</sup> ajustado dos modelos foram 19,8%, 17,3%, 19,2% e 19,5%,
					respectivamente. O teste F-ANOVA foi significante, ou seja, o conjunto de
					variáveis independentes desempenha influência sobre a variável dependente para
					todos os modelos. Ademais, observa-se que o resultado da estatística de
					Durbin-Watson apresenta que não há problemas de autocorrelação dos resíduos,
					pois seus valores foram inferiores a 2. O teste de comportamento dos resíduos
					(Pesarán-Pesarán) exprime que o pressuposto da homocedasticidade não foi
					violado, e o fator VIF e o Tolerance apresentaram valores inferiores a 5. Logo,
					não houve problema de multicolinearidade entre as variáveis independentes dos
					modelos referentes ao desempenho econômico.</p>
				<p>No que diz respeito aos coeficientes dos modelos, verifica-se, na <xref
						ref-type="table" rid="t5">tabela 3</xref>, que investimentos em P&amp;D,
					participação no ISE, listagem nos níveis de governança (NDGC), estrutura
					societária, presença feminina no CA, auditoria por uma Big4 e tamanho da empresa
					são determinantes que possuem significância estatística e afetam, positivamente,
					o desempenho econômico quando mensurado pelo giro do ativo (GA) e pela margem
					líquida (ML). A concentração de propriedade, por sua vez, influencia,
					negativamente, o desempenho econômico das empresas, mensurado pelo GA e ML.</p>
				<p>Ademais, os determinantes investimentos em P&amp;D, participação no ISE, listagem
					nos níveis diferenciados de governança (NDGC), estrutura societária,
					concentração de propriedade, presença feminina no CA, auditoria por uma Big4 e
					tamanho da empresa possuem influência positiva e estatisticamente significante
					no desempenho econômico medido pela rentabilidade do ativo (RA). Ressalta-se,
					também, que investimentos em P&amp;D, níveis de governança (NDGC), presença
					feminina no CA, auditoria por uma Big4 e tamanho da empresa afetam, de maneira
					favorável e estatisticamente significante, o desempenho econômico mensurado
					sobre a rentabilidade do patrimônio líquido (RPL). Assim, percebe-se que as
					características (determinantes) da empresa, em sua maioria, possuem efeito
					significante em seus resultados (desempenho) (<xref ref-type="bibr" rid="B28"
						>Susilowati <italic>et al</italic>., 2023</xref>).</p>
				<p>Por meio dos resultados apresentados, verifica-se que os indicadores
					econômico-financeiro e de mercado são, em linhas gerais, impactados, estatística
					e positivamente, pelas variáveis investimentos em P&amp;D, NDGC, estrutura
					societária, presença feminina no CA, auditoria Big4 e tamanho. Tendo em vista os
					resultados encontrados, tais frutos corroboram os estudos de <xref
						ref-type="bibr" rid="B2">Alves, Ribeiro e Araujo (2022)</xref>, <xref
						ref-type="bibr" rid="B3">Batistella, Kruger e Moura (2022)</xref>, <xref
						ref-type="bibr" rid="B8">Costa <italic>et al.</italic> (2021)</xref>, <xref
						ref-type="bibr" rid="B11">Feltes <italic>et al.</italic> (2023)</xref>,
						<xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes e Cavalcante (2022)</xref> e <xref
						ref-type="bibr" rid="B18">Malanski (2022)</xref>.</p>
				<p>No que compete ao desempenho financeiro e de mercado, na <xref ref-type="table"
						rid="t6">tabela 4</xref>, infere-se que o R<sup>2</sup> ajustado dos modelos
					variam entre 15,1% a 43,9%, respectivamente. O teste F-ANOVA foi significante,
					ou seja, o conjunto de variáveis independentes exerce influência sobre a
					variável dependente para todos os modelos. Quanto ao teste de Durbin-Watson,
					detonou valores superiores a 1,43, ou seja, não há problemas de autocorrelação
					dos resíduos. O teste de comportamento dos resíduos (Pesarán-Pesarán) demonstra
					que o pressuposto da homocedasticidade não foi violado, enquanto o VIF e o
					Tolerance, por possuir valores inferiores a 5, não foi identificado problemas de
					multicolinearidade entre as variáveis independentes dos modelos.</p>
				<table-wrap id="t6">
					<label>Tabela 4</label>
					<caption>
						<title>desempenho financeiro e de mercado</title>
					</caption>
					<table>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left" rowspan="2">Variáveis</th>
								<th align="center" colspan="3">Desempenho financeiro</th>
								<th align="center" valign="top">Desempenho de mercado</th>
							</tr>
							<tr>
								<th align="left" valign="top">Modelo 1 (CE)</th>
								<th align="center" valign="top">Modelo 2 (LG)</th>
								<th align="center" valign="top">Modelo 3 (LC)</th>
								<th align="center" valign="top">Modelo 4 (VM)</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Investimento em P&amp;D</td>
								<td align="center">1,167<sup>*</sup></td>
								<td align="center">3,358<sup>*</sup></td>
								<td align="center">2,707<sup>**</sup></td>
								<td align="center">1,675<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Participação no ISE</td>
								<td align="center">-0,104<sup>*</sup></td>
								<td align="center">0,262<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,174<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,434<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Participação nos NDGC</td>
								<td align="center">0,138<sup>*</sup></td>
								<td align="center">0,231<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,288<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,501<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Estrutura societária</td>
								<td align="center">-0,065</td>
								<td align="center">-0,082</td>
								<td align="center">-0,138</td>
								<td align="center">0,003</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Concentração de propriedade</td>
								<td align="center">0,034</td>
								<td align="center">-0,182</td>
								<td align="center">-2,536</td>
								<td align="center">-0,251</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Presença feminina no CA</td>
								<td align="center">0,033</td>
								<td align="center">0,044<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,167<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,404<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Auditoria Big4</td>
								<td align="center">0,004</td>
								<td align="center">0,187</td>
								<td align="center">0,301</td>
								<td align="center">0,330<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Tamanho</td>
								<td align="center">0,055<sup>*</sup></td>
								<td align="center">0,117<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,880<sup>**</sup></td>
								<td align="center">0,346<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">R<sup>2</sup> - Ajustado</td>
								<td align="center">0,222</td>
								<td align="center">0,168</td>
								<td align="center">0,151</td>
								<td align="center">0,439</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Teste F - ANOVA</td>
								<td align="center">7,672<sup>**</sup></td>
								<td align="center">5,444<sup>**</sup></td>
								<td align="center">4,767<sup>**</sup></td>
								<td align="center">5,917<sup>**</sup></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Durbin Watson</td>
								<td align="center">&lt;2</td>
								<td align="center">&lt;2</td>
								<td align="center">&lt;2</td>
								<td align="center">&lt;2</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">Pesarán-Pesarán</td>
								<td align="center">1,43</td>
								<td align="center">1,53</td>
								<td align="center">1,51</td>
								<td align="center">1,65</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">VIF/Tolerance</td>
								<td align="center">&lt;5</td>
								<td align="center">&lt;5</td>
								<td align="center">&lt;5</td>
								<td align="center">&lt;5</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<attrib>Legenda: CE; Composição do Endividamento; LG: Liquidez Geral; LC:
							Liquidez Corrente; VM: Valor de Mercado; (<sup>*</sup>) = p&lt;0.01 (1%
							de significância); (<sup>**</sup>) = p&lt;0.05 (5% de significância);
								(<sup>***</sup>) = p&lt;0.10 (10% de significância).</attrib>
						<attrib>Fonte: dados da pesquisa (2024).</attrib>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
				<p>Na <xref ref-type="table" rid="t6">tabela 4</xref>, infere-se, também, que as
					variáveis investimentos em P&amp;D, níveis de governança (NDGC) e tamanho da
					empresa possuem influência auspiciosa e estatisticamente significante no
					desempenho financeiro (Modelo 1) mensurado pela composição do endividamento
					(CE), assim como identificado por <xref ref-type="bibr" rid="B28">Susilowati
							<italic>et al</italic>. (2023)</xref>. No que tange às variáveis
					concentração de propriedade, presença feminina no CA e auditoria Big4, apesar de
					serem benéficas, não são estatisticamente significantes. Em contraposição ao
					mencionado, a variável participação no ISE afeta o índice CE de forma
					desfavorável.</p>
				<p>Ademais, observa-se, também, que investimentos em P&amp;D, participação no ISE,
					níveis diferenciados de governança (NDGC), presença feminina no CA e tamanho da
					empresa afetam, positivamente, o desempenho financeiro (Modelos 2 e 3) mensurado
					pela liquidez geral (LG) e liquidez corrente (LC). Por conseguinte, no Modelo 4,
					os determinantes investimentos em P&amp;D, participação no ISE, níveis
					diferenciados de governança (NDGC), presença feminina no CA, auditoria por uma
					Big4 e tamanho da empresa denotam coeficientes positivos e estatisticamente
					significantes no desempenho de mercado. Ressalta-se, também, que a correlação
					positiva e significativa estatisticamente para o desempenho financeiro e de
					mercado é expressa pelas variáveis investimentos em P&amp;D, NDGC e tamanho. Em
					termos gerais, esses resultados corroboram os achados de <xref ref-type="bibr"
						rid="B21">Pangestu, Gunawan e Wijaya (2019)</xref>, <xref ref-type="bibr"
						rid="B22">Prado (2024)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B28">Susilowati
							<italic>et al</italic>. (2023)</xref>.</p>
				<p>Não obstante, vale enfatizar que as variáveis estrutura societária e concentração
					de propriedade apresentaram correlação não significante, incluindo, também,
					associação contraproducente, assim como nos estudos de <xref ref-type="bibr"
						rid="B27">SOSCHINSKI <italic>et al</italic>. (2021)</xref> e <xref
						ref-type="bibr" rid="B25">Sant'ana <italic>et al</italic>. (2016)</xref>.
					Para os resultados aludidos, têm-se os seguintes indicadores correspondentes:
					giro do ativo, margem líquida, composição do endividamento, liquidez geral, seca
					e valor de mercado. Tais produtos coadunam com os estudos de <xref
						ref-type="bibr" rid="B8">Costa <italic>et al</italic>. (2021)</xref>, <xref
						ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et al</italic>. (2021)</xref> e
						<xref ref-type="bibr" rid="B2">Alves, Ribeiro e Araujo (2022)</xref> que
					apresentaram resultados desfavoráveis no desempenho econômico-financeiro em suas
					investigações de companhias do setor elétrico brasileiro.</p>
				<p>Sucintamente, foi elaborado um quadro-resumo a título de esclarecimento dos
					resultados dos testes das hipóteses em referência aos indicadores examinados
						(<xref ref-type="table" rid="t7">quadro 3</xref>).</p>
				<table-wrap id="t7">
					<label>Quadro 3</label>
					<caption>
						<title>síntese dos resultados da verificação das hipóteses</title>
					</caption>
					<table>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left" valign="top">Relação</th>
								<th align="center" valign="top">GA</th>
								<th align="center" valign="top">ML</th>
								<th align="center" valign="top">RA</th>
								<th align="center" valign="top">RPL</th>
								<th align="center" valign="top">CE</th>
								<th align="center" valign="top">LG</th>
								<th align="center" valign="top">LC</th>
								<th align="center" valign="top">VM</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H1 - Investimento em P&amp;D</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H2 - Participação no ISE</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Não<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H3 - Participação nos NDGC</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H4 - Estrutura Societária</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Não</td>
								<td align="center" valign="top">Não</td>
								<td align="center" valign="top">Não</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H5 - Concentração de Propriedade</td>
								<td align="center" valign="top">Não<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">Não<sup>*</sup></td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Não</td>
								<td align="center" valign="top">Não</td>
								<td align="center" valign="top">Não</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H6 - Presença feminina no CA</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H7 - Auditoria BIG4</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Sim^</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" valign="top">H8 - Tamanho</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
								<td align="center" valign="top">Sim</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<attrib>Legenda: GA: Giro do Ativo; ML: Margem Líquida; RA: Rentabilidade do
							Ativo; RPL: Rentabilidade do PL; CE; Composição do Endividamento; LG:
							Liquidez Geral; LC: Liquidez Corrente; VM: Valor de Mercado; Hipótese
							aceita: Sim / Sim^ - Não significativa; Hipótese não aceita: Não /
								Não<sup>*</sup> - Significativa.</attrib>
						<attrib>Fonte: dados da pesquisa (2024).</attrib>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>5 CONCLUSÃO</title>
			<p>As relações empresariais têm-se consubstanciado em ambientes intensamente
				competitivos em decorrência da complexidade apresentada nos diversificados fatores,
				à guisa de exemplos: ambiental, econômico, financeiro, de investimento, de
				governança e social (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Feltes <italic>et al.,</italic>
					2023</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B13">Gomes; Cavalcante, 2022</xref>;
					<xref ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et al.,</italic> 2021</xref>).
				Nesse diapasão, o setor de energia elétrica detém relevância estratégica, atuando no
				desenvolvimento econômico do país (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Lamb; Henz;
					Zanchet, 2023</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B20">Oliveira; Raeder; Marques,
					2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B23">Ribeiro <italic>et al.,</italic>
					2021</xref>). À vista disso, a pesquisa analisou os fatores determinantes do
				desempenho econômico-financeiro e de mercado das companhias do setor elétrico
				listadas na B3 no contexto da pandemia de covid-19.</p>
			<p>Por conseguinte, para que o propósito desta inquirição fosse exequível,
				desempenhou-se procedimentos imprescindíveis, a saber: categorização do estudo
				(descritiva, documental e majoritariamente de natureza quantitativa); definição da
				amostra (45 companhias e 225 observações) e do período (5 anos, 2018 a 2022). Em
				consonância ao escopo determinado, houve a metodização para coleta, processamento e
				examine dos dados (fontes secundárias - site da B3, extraídos da base Economatica® e
				processados no <italic>software</italic> Stata), a deliberação das variáveis
				(dependentes - indicadores econômico-financeiros e de mercado; e independentes -
				fatores determinantes) e designação dos métodos estatísticos (análise descritiva e
				regressão linear múltipla).</p>
			<p>Nessa vertente, as variáveis que influenciam positiva e estatisticamente o desempenho
				econômico (índices de rentabilidade - GA, ML, RPA e RPL) são constatadas para
				investimentos em P&amp;D, participação nos NDGC, presença feminina no CA, auditoria
				Big4 e tamanho. Na conjuntura da <italic>performance</italic> financeira (índice de
				estrutura de capital - CE; e índices de liquidez - LG, LC), os investimentos em
				P&amp;D, participação nos NDGC e tamanho se sobressaem como frutos auspiciosos
				significativamente averiguados pelas análises. No que concerne ao comportamento de
				mercado, não houve resultados favoráveis e significativos que influenciem as
				variáveis preditoras estrutura societária e concentração de propriedade.</p>
			<p>Perante o supracitado, os resultados encontrados do teste para análises das hipóteses
				em relação aos indicadores de desempenho econômico-financeiro e de mercado,
				mostraram-se significativos e condizentes com o postulado por <xref ref-type="bibr"
					rid="B2">Alves, Ribeiro e Araujo (2022)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B3"
					>Batistella, Kruger e Moura (2022)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B8">Costa
						<italic>et al.</italic> (2021)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B11"
					>Feltes <italic>et al.</italic> (2023)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B13"
					>Gomes e Cavalcante (2022)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B18">Malanski
					(2022)</xref>. Portanto, a inquirição colabora com atributos e percepções
				inerentes a acionistas, agentes regulatórios, instituições financeiras,
				consumidores, acadêmicos, ou seja, a todos os <italic>stakeholders</italic>.
				Salienta-se, ainda, que há escassez de embasamentos teórico-empíricos englobando o
				compilado de fatores determinantes, inclusive, associados aos impactos derivados da
				pandemia de covid-19.</p>
			<p>Sucintamente, infere-se que a amostra utilizada, a amplitude temporal e os
				indicadores determinados podem ser considerados como limitações do estudo, haja
				vista que houve redução do universo investigado, foram examinados cinco anos, e a
				área de variáveis selecionadas fundamentou-se nos aspectos econômico-financeiro e de
				mercado. Logo, como sugestões para pesquisas futuras, orienta-se a alteração do
				recorte temporal (além do período explorado), manuseio de outros indicadores (Q de
				Tobin, alavancagem, crescimento, eficiência, <italic>turnover</italic>,
				intangibilidade), fatores externos macroeconômicos (PIB, políticas setoriais,
				variação cambial e consumo), aplicação de diferentes métodos estatísticos (ANOVA,
				teste U de Mann-Whitney, teste de Shapiro-Wilk, matriz de correlação de Spearman) e
				adição de outros setores de atuação (água e saneamento; telecomunicações; petróleo,
				gás e biocombustíveis).</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn1">
				<label>1</label>
				<p>Artigo apresentado no EMPRAD - Encontro dos Programas de Pós-graduação
					profissionais em Administração.</p>
			</fn>
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						voluntária no contexto do COVID-19</article-title>
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